Nuvem força profissional de TI a entender mais de ´negócios´
Pesquisas recentes mostram que o uso de computação em nuvem é cada vez mais comum nas empresas brasileiras e, de acordo com especialistas, este novo cenário exige que CIOs e CEOs mudem seu comportamento.
As aplicações na nuvem são usadas especialmente para economizar dinheiro e reduzir o tempo gasto com a implantação e gestão de ferramentas de TI. Segundo Erick Vils, fundador da empresa WebSoftware, ao optar pelo uso de serviços de nuvem a empresa muda também o perfil do profissional exigido para fazer parte da equipe.
“Geralmente, os profissionais responsáveis pelas decisões dentro das empresas (CEOs) contratam os fornecedores de serviços na nuvem, enquanto os profissionais técnicos são cada vez mais consultores de negócios e gestores da informação do que ´escovadores de bits´ (gíria para definir os profissionais extremamente técnicos)”, comenta.
Ainda segundo o especialista, as adaptações comportamentais mais impactantes são esperadas no perfil dos CIOs, que passam a ser cobrados muito mais por gestão de acordos de níveis de serviço (SLA, na sigla em inglês), análises de viabilidade técnica e identificação de oportunidades de negócios para a empresa baseadas em inovações tecnológicas.
“Apesar de a maior parte da responsabilidade técnica pertencer aos CIOS, aconselhamos todos os donos ou gestores da empresa a compreenderem aspectos básicos de segurança, contingência e gestão de risco”, diz Vils.
O especialista recomenda que os CEOs consultem os aspectos técnicos de infraestrutura de acesso à nuvem, backups contra desastres e qualidade, desempenho e usabilidade das aplicações. Vils comenta também que as empresas que optam pela nuvem olham o fornecedor como um gestor de solução e não apenas como o fornecedor pontual de determinado serviço.
"Um exemplo é o que acontece com o "software como serviço" (SaaS, em inglês), onde a corporação contrata a solução completa e dispensa entender os detalhes envolvidos na operação técnica, como computadores, sistemas operacionais, licenças de software de terceiros, gestão de segurança, manutenção técnica preventiva e corretiva, links de telecom, entre outros”, diz.
Além disso, toda empresa consegue usar em pelo menos uma parcela dos serviços e necessidades operacionais, diz o especialista. “Um exemplo é a plataforma de e-mail, que quase todas as empresas precisam e é possível usar este serviço na nuvem grátis ou com custo muito baixo, sem perder qualidade”, afirma.
Porém, para migrações complexas, o especialista diz que esta ação ainda requer especialistas, pois requer o domínio das técnicas, funcionamento dos fluxos de informação e dos sistemas e serviços para que o plano de migração seja executado com sucesso.
A exigência de um novo perfil comportamental começa a ser percebido ainda nas entrevistas de emprego. Vils comenta que a competência que falta, e será cada vez mais exigida dos profissionais, é a capacidade de enxergar e gerenciar o todo de maneira mais holística.
“O pensamento do filósofo Aristóteles “o todo é maior do que a simples soma das suas partes” parece fazer mais sentido do que nunca", comenta.
As aplicações na nuvem são usadas especialmente para economizar dinheiro e reduzir o tempo gasto com a implantação e gestão de ferramentas de TI. Segundo Erick Vils, fundador da empresa WebSoftware, ao optar pelo uso de serviços de nuvem a empresa muda também o perfil do profissional exigido para fazer parte da equipe.
“Geralmente, os profissionais responsáveis pelas decisões dentro das empresas (CEOs) contratam os fornecedores de serviços na nuvem, enquanto os profissionais técnicos são cada vez mais consultores de negócios e gestores da informação do que ´escovadores de bits´ (gíria para definir os profissionais extremamente técnicos)”, comenta.
Ainda segundo o especialista, as adaptações comportamentais mais impactantes são esperadas no perfil dos CIOs, que passam a ser cobrados muito mais por gestão de acordos de níveis de serviço (SLA, na sigla em inglês), análises de viabilidade técnica e identificação de oportunidades de negócios para a empresa baseadas em inovações tecnológicas.
“Apesar de a maior parte da responsabilidade técnica pertencer aos CIOS, aconselhamos todos os donos ou gestores da empresa a compreenderem aspectos básicos de segurança, contingência e gestão de risco”, diz Vils.
O especialista recomenda que os CEOs consultem os aspectos técnicos de infraestrutura de acesso à nuvem, backups contra desastres e qualidade, desempenho e usabilidade das aplicações. Vils comenta também que as empresas que optam pela nuvem olham o fornecedor como um gestor de solução e não apenas como o fornecedor pontual de determinado serviço.
"Um exemplo é o que acontece com o "software como serviço" (SaaS, em inglês), onde a corporação contrata a solução completa e dispensa entender os detalhes envolvidos na operação técnica, como computadores, sistemas operacionais, licenças de software de terceiros, gestão de segurança, manutenção técnica preventiva e corretiva, links de telecom, entre outros”, diz.
Além disso, toda empresa consegue usar em pelo menos uma parcela dos serviços e necessidades operacionais, diz o especialista. “Um exemplo é a plataforma de e-mail, que quase todas as empresas precisam e é possível usar este serviço na nuvem grátis ou com custo muito baixo, sem perder qualidade”, afirma.
Porém, para migrações complexas, o especialista diz que esta ação ainda requer especialistas, pois requer o domínio das técnicas, funcionamento dos fluxos de informação e dos sistemas e serviços para que o plano de migração seja executado com sucesso.
A exigência de um novo perfil comportamental começa a ser percebido ainda nas entrevistas de emprego. Vils comenta que a competência que falta, e será cada vez mais exigida dos profissionais, é a capacidade de enxergar e gerenciar o todo de maneira mais holística.
“O pensamento do filósofo Aristóteles “o todo é maior do que a simples soma das suas partes” parece fazer mais sentido do que nunca", comenta.












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