Empresa canadense vai dar US$ 50 mil em ouro para quem criar moeda virtual
Com o avanço tecnológico, alguns especialistas já fazem previsões das coisas que podem desaparecer ao longo dos próximos anos. Livros impressos, jornais, cartões de crédito e até mesmo a televisão constam nessa lista. Agora, parece que até mesmo o dinheiro físico deve virar algo do passado.
Segundo o VentureBeat, a empresa Royal Canadian quer criar uma espécie de moeda virtual que pode, com os mecanismos certos de segurança, ser armazenada anonimamente em telefones, computadores ou na nuvem. Para atrair os interessados, a organização canadense vai oferecer US$ 50 mil em ouro para quem desenvolver um software com as características do projeto.
No entanto, a ideia tem sido mal vista por grandes companhias, como o Google e a Bitcoin. Esta, aliás, trabalha com dinheiro virtual nos últimos dois anos e tenta fazer o que a Royal Canadian deseja (criar uma rede segura e uma moeda digital anônima), mas sem quaisquer incentivos governamentais ou dos bancos centrais.
Hoje, serviços desse tipo ainda são altamente questionados no quesito segurança, pois ainda não se sabe o quanto é seguro trocar os cartões de crédito por um smartphone, por exemplo. Por um lado, os consumidores podem economizar um bom dinheiro com a diminuição de taxas bancárias, mas por outro podem enfrentar problemas relacionados a cibercrimes.
Segundo o VentureBeat, a empresa Royal Canadian quer criar uma espécie de moeda virtual que pode, com os mecanismos certos de segurança, ser armazenada anonimamente em telefones, computadores ou na nuvem. Para atrair os interessados, a organização canadense vai oferecer US$ 50 mil em ouro para quem desenvolver um software com as características do projeto.
No entanto, a ideia tem sido mal vista por grandes companhias, como o Google e a Bitcoin. Esta, aliás, trabalha com dinheiro virtual nos últimos dois anos e tenta fazer o que a Royal Canadian deseja (criar uma rede segura e uma moeda digital anônima), mas sem quaisquer incentivos governamentais ou dos bancos centrais.
Hoje, serviços desse tipo ainda são altamente questionados no quesito segurança, pois ainda não se sabe o quanto é seguro trocar os cartões de crédito por um smartphone, por exemplo. Por um lado, os consumidores podem economizar um bom dinheiro com a diminuição de taxas bancárias, mas por outro podem enfrentar problemas relacionados a cibercrimes.













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